Tuesday, February 07, 2006

bem-vindo a são paulo

para que alguma coisa surja, é preciso que outra desapareça. a primeira configuração da esperança é o medo, a primeira manifestação do novo é o horror.

da janela não vejo o corcovado.

1 comment:

Fernanda Pessoa said...

Ó, ponte-aérea salgada, quanto do teu sal/
São lágrimas da Cobal/
Por te cruzarmos, quantos cantores choraram/
Quantos bateristas em vão rezaram/

Quantos tecladistas ficaram por casar/
Para que fosses teu, ó doce lar/
Valeu a pena? Tudo vale a pena/
Se a alma não é pequena/

Quem quer passar além do assessor/
Tem que passar além da dor/
Deus à Mar o perigo e o abismo deu/
Mas nela é que espelhou o céu